
The
Traveller” de Michael Oblowitz: um filme apinhado de pistas de
abordagem, um verdadeiro tesouro de sugestões para o fã do género “terror gore” que, por mais de uma [intelectualmente
respeitável, quero crer!...] razão, eu
próprio admitidamente sou…
Devo dizer que no “genre” me interessam
sobretudo os hipertextos, as transliteralidades ou, se assim se preferir dizer,
com Freud, o seu conteúdo latente.
“Poltergeist”,
por exemplo, não pode, a meu ver, ser realmente compreendido sem se ler nas
entrelinhas um posicionamento autocrítico e simbolicamente auto-expiatório
relativamente à “questão índia” nos E.U.A. assim como à indiferença da classe
média norte-americana, apenas concentrada em fazer dinheiro, “triunfar” [“to make it professionally”] e
anestesiar-se intelectual e moralmente diante da televisão, aliás, um dos principais
“protagonistas” do filme de Hooper.
Existe um estudo muito interessante
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